Notícias

Escola de Pais e Filhos 2019

21/08/2019

A segunda edição da Escola de Pais Eliezer Max, agora ampliada para Escola de Pais e Filhos, aconteceu no dia 18 de agosto com a presença de famílias, crianças, profissionais da escola e convidados. A motivação do encontro foi aprofundar a reflexão sobre um tema de fundamental importância: QUAL A RELEVÂNCIA DA EDUCAÇÃO PARA NOSSAS CRIANÇAS E JOVENS DE HOJE VISANDO A CONSTRUÇÃO DA SOCIEDADE DO FUTURO?

(mais…)

Série “Módulos de Cultura Judaica” – Cultura Judaica na Cozinha

16/07/2019

Uma das novidades da nossa grade curricular em 2019 foram os Módulos de Cultura Judaica no Fundamental II e no Ensino Médio. Com o final do semestre letivo, vamos apresentar cada um dos módulos e seus temas e objetivos.

(mais…)

Série “Módulos de Cultura Judaica” – Sociedades Israelenses

27/06/2019

Uma das novidades da nossa grade curricular em 2019 foram os Módulos de Cultura Judaica no Fundamental II e no Ensino Médio. Com a proximidade do final do semestre letivo, vamos apresentar cada um dos módulos e seus temas e objetivos.

(mais…)

Série “Módulos de Cultura Judaica” – Diálogos Judaicos

12/06/2019

Uma das novidades da nossa grade curricular em 2019 foram os Módulos de Cultura Judaica no Fundamental II e no Ensino Médio. Com a proximidade do final do semestre letivo, vamos apresentar cada um dos módulos e seus temas e objetivos.

(mais…)

Mês do Meio Ambiente com muitas atividades e conscientização

28/06/2019

Para celebrar a Semana do Meio Ambiente, primeira semana de junho, convidamos alunos e professores do Fundamental II a repensarem o uso do plástico no cotidiano, bem como questões ligadas à relação consumo e ambiente. Para tanto, foram promovidas ações ao longo do mês de junho para ampliar a conscientização sobre esse tema.

(mais…)

Cinco dicas de nutrição para pais de adolescentes

11/06/2019

Se quando eram pequenos já era difícil fazê-los comer, agora que estão mais crescidinhos e independentes, a tarefa muitas vezes pode parecer impossível!

Alguns adolescentes passam por fases complicadas com a sua alimentação, desde o exagero com bobagens como doces, salgadinhos e refrigerantes – as temidas junk foods! -, até o interesse por “dietas das famosas”, que podem afetar sua saúde.

Hoje vamos compartilhar cinco dicas  sobre como tornar a alimentação saudável uma realidade para o seu filho.

O ideal é introduzir uma alimentação consciente e autônoma desde a primeira infância, mostrando para a sua criança que comer bem também é gostoso, colorido e que tomar boas decisões significa se cuidar para estar sempre na melhor forma possível em relação  à saúde.

Converse sobre boa alimentação

Nós sabemos que a adolescência é a época das opiniões fortes e pouca paciência, mas a dica número um dos nutricionistas é começar a alimentação saudável com uma conversa aberta sobre o assunto!

Colocar limites, estabelecer “dias de folga” e também o que é permitido dentro de casa ou não é uma forma de envolver seu filho nas decisões sobre o que ele vai comer, criando uma sensação de cumplicidade e proporcionando algo muito importante para eles nessa época: a possibilidade de ter uma voz no assunto.

Dê exemplo

Filhos aprendem aquilo que vêem dentro de casa – sim, isso é um clichê, mas é uma das maiores realidades.

Uma alimentação balanceada, saudável e que é associada a coisas boas começa com os pais dando exemplo para os filhos. Separar horários para que as refeições aconteçam em família, longe de televisões e celulares, impacta muito na forma como seu filho cresce e cria consciência do que é o ato de alimentar-se.

Aqui o ideal é olhar para o que você está comendo e como se comporta com a sua alimentação.

Mude a percepção

Temos que quebrar o estereótipo de que a comida saudável é uma comida sem graça, sem sabor e sem diversão.

A forma como falamos de comida e nos relacionamos com a alimentação impacta na maneira como os nossos filhos vão perceber e se relacionar com ela. Tratar a alimentação balanceada como uma obrigação, e não como uma escolha, é permitir que seu filho veja isso como algo ruim.

Apresente pratos saudáveis refrescantes, saborosos e coloridos, sempre chamando atenção para o bem que aquilo faz – e para o quão gostoso pode ser! E uma boa ideia é trazer mais para perto do seu adolescente aquilo que muitos chamam de “comida de adulto”, como temperos exóticos, vegetais que estão menos habituados e culinárias locais. Um peixe com curry, saladas de grão de bico, pastas de beterraba… A hora que transformamos a comida em algo gostoso e que pode ser aproveitado com todos à mesa é a hora que transformamos a relação dos adolescentes com a sua própria alimentação.

Fique atento ao sinais

Tanto para o muito, quanto para o pouco, devemos nos atentar à forma como nossos filhos estão se relacionando com a alimentação.

O exagero pode levar à obesidade e problemas de saúde extremos como disfunções renais e hepáticas. Mas a privação pode desencadear fatores perigosíssimos como doenças de dismorfia corporal, caso da anorexia e da bulimia.

A pressão que os adolescentes sofrem com as mudanças corporais e toda a confusão que é estar nesse momento da vida faz com que eles tomem medidas desesperadas, usando a comida como fuga ou como punição. Pesquisas recentes mostram o aumento das dietas extremistas tanto entre meninas como entre meninos adolescentes, assim como um aumento no interesse por cirurgias plásticas.

Os que sofrem com sobrepeso, principalmente com predisposição genética para obesidade, também sofrem por conta do desenvolvimento de doenças. E aqui fica o nosso aviso: nem sempre comer muito é sinal de boa nutrição, uma vez que muitas crianças apresentam sinais de subnutrição, estejam elas acima ou abaixo do peso ideal.

Isso pode ser revertido com conversas sinceras, acompanhamento nutricional com especialistas qualificados e, principalmente, com a diminuição ao acesso à redes sociais. Um estudo conduzido pela Universidade de Liverpool descobriu que as crianças que seguem suas estrelas favoritas nas mídias sociais são mais propensas a escolherem comidas altamente calóricas depois de verem seus ídolos consumindo esse tipo de alimentação. Já uma pesquisa realizada na Austrália e na Nova Zelândia mostrou que os adolescentes são alvos fáceis de campanhas de bebidas com açúcar realizadas em plataformas como Facebook e Instagram.

Busque ajuda profissional

Já ouviu falar de nutricionistas que trabalham com reeducação alimentar? Eles são profissionais voltados para trabalhar o lado psicológico das pessoas para que elas estabeleçam uma relação muito mais saudável e positiva com a comida.

A chave aqui é trabalhar com a percepção de que comida é uma parte fundamental da nossa saúde e da nossa socialização, mas jamais usá-la como refúgio emocional ou como recompensa. O que achou dessas dicas? Já usa alguma em casa? Nós vamos adorar saber e compartilhar com os outros pais!

Nossa escola está sempre atenta às particularidades ou restrições alimentares de cada aluno. O cardápio elaborado por uma nutricionista privilegia alimentos leves e saudáveis, e mistura eternos favoritos com novidades, para conseguir, aos poucos, ampliar o repertório alimentar das crianças.

Agende uma visita à Escola Eliezer Max para saber mais sobre esse assunto

Leia o discurso da homenagem aos alunos da Marcha na ARI

30/05/2019

Leia o discurso feito por Monique Ghelman Bitter, gestora de Relacionamento do Eliezer Max, durante a homenagem recebida pelos alunos participantes da Marcha pela Vida 2019 no Kabalat Shabat da Sinagoga ARI, em 24 de maio.

> Assista ao vídeo da homenagem no Facebook da ARI.

(mais…)

Como preparar a mochila da escola?

06/05/2019

Cultivar o hábito de organizar a mochila corretamente é uma boa prática que pode ajudar quem quer tirar o máximo de proveito das aulas na escola. Aqui vão algumas dicas básicas para a arrumação e a escolha da mochila do estudante:

– É muito importante selecionar previamente, com calma, o material que será necessário para o dia seguinte. Desta maneira, só o que é essencial será levado, evitando ocupar espaço e carregar peso extra à toa.

–  Utilize etiquetas sempre que puder. Desta maneira, se algum material ficar perdido, será fácil identificá-lo como seu.

–  Lanches acompanhados de suco ou outra bebida devem ficar juntos em um saco plástico. Isso evita melar ou atingir o material escolar, em caso de vazamento.

– Mesmo que a mochila tenha rodas, não deixe de distribuir bem o peso dentro da mesma. Isso facilitará o deslocamento e aumentará a vida útil da mochila.

– Os pais devem estar atentos não só ao que o filho leva dentro da mochila, mas ao seu modelo. Neste sentido, o tamanho é importante pois a mochila deve acompanhar a superfície das costas da criança, sem ser grande demais. Alguns estudos indicam que o peso da mochila não deve ultrapassar 10% do peso da criança, pois pode fazer mal à coluna e, com o tempo, afetar a postura.

–  Normalmente, as mochilas que incorporam carrinho são mais indicadas para crianças de dois a dez anos. A idade limite para o uso desse tipo de mochila vai variar conforme a altura do aluno. Crianças muito altas às vezes precisam se curvar para empurrar a mochila, o que não é indicado. Nesses casos, o correto é substituí-la pela tradicional de costas.

Seguindo estas dicas fáceis, a mochila estará sempre pronta para mais um dia de aula!

* Com informações da Sociedade Brasileira de Reeducação Postural Global (RPG)

Pessach na produção dos alunos

22/04/2019

Nas últimas semanas, nossos alunos estudaram, refletiram e debateram sobre os significados de Pessach em diferentes disciplinas, como Artes, História e Habilidades de Vida. Conheça agora alguns dos trabalhos realizados em sala de aula. Pessach Sameach!

(mais…)

Brincar: experiências criativas transformadoras

25/04/2019

“O brincar abre para a criança múltiplas janelas de interpretação, compreensão e ação sobre a realidade. Nele, as coisas podem ser outras, o mundo vira do avesso, de ponta-cabeça, permitindo à criança se descolar da realidade imediata e transitar por outros tempos e lugares, inventar e realizar ações/interações com a ajuda de gestos, expressões e palavras, ser autora de suas histórias e ser outros, muitos outros: pai, mãe, cavaleiro, bruxo, fada, príncipe, sapo, cachorro, trem, condutor, guerreiro, super-herói…”  (BORBA, 2007)

Os benefícios da brincadeira

A partir das brincadeiras, as crianças conhecem o mundo, se conectam com novas perspectivas, reconhecem os limites, despertam a criatividade, se aproximam do outro e compreendem melhor a maneira de lidar com diferentes situações. Muito importante para o desenvolvimento infantil, na brincadeira a criança cria, inventa, produz, imagina, desenvolve a sua autonomia e alarga os seus repertórios enriquecendo e acionando o seu olhar para o outro e sua responsabilidade com o grupo. A brincadeira é o encontro de todas as artes, é experiência criativa que favorece a descoberta do eu e dos outros (MOURA, 2009).

Confiança, imaginação e autonomia

A criança, ao brincar, desenvolve confiança e fortalece seu vínculo com o outro, relaciona-se de corpo inteiro e se abre para novas experiências. As crianças vão se constituindo como autoras, organizando com autonomia as suas ações e interações, formulando regras de convivência social e participação nas brincadeiras (BORBA, 2007). Além disso, brincar é uma atividade que impulsiona o desenvolvimento, pois faz com que elas exerçam papéis e funções que mobilizam novos conhecimentos e processos de aprendizagem. O processo de imaginação também constitui o brincar e possui grande relevância na formação das crianças. (VYGOTSKY, 1987)

Desenvolvimento criativo pelo lúdico

Outro autor que discorre sobre o tema é Winnicott, pediatra e psicanalista inglês que teve grande contribuição para os estudos sobre o brincar, as interações da criança com o mundo externo e a relação entre mãe e bebê. Segundo ele (1975), por intermédio da riqueza das brincadeiras, as crianças ampliam a sua capacidade de criar, pois elas funcionam como um elo entre a relação do indivíduo com a realidade interior e também com a realidade externa ou compartilhada.

O autor, ainda, afirma que a brincadeira é universal e é própria da saúde. No brincar livre há a manifestação criativa, a capacidade exploratória inventiva e espontânea. Entretanto, se o brincar não puder ser exercido com liberdade se perde a função criadora e, muitas vezes, coloca a criança em uma posição defensiva, sem reivindicações, em que a criança é governada por desejos de fora e não pelos seus próprios desejos, prejudicando, assim, a sua criatividade. Viver criativamente constitui um estado saudável e desenvolve a autonomia.  

A importância do brincar na educação infantil

Refletindo sobre as questões colocadas por estes autores e a partir das experiências de observação das brincadeiras das crianças, podemos perceber o quanto o brincar tem importância na escola. O brincar livre, sem ser direcionado pelo adulto, permite com que a criança invente a sua própria forma de brincar e se sinta confiante, apresentando potência e segurança nas suas relações. Importante dizer que brincar não é apenas uma atividade para as crianças, os adultos podem brincar junto e partilhar esses momentos com seus filhos. Ser parceiro nos eventos de imaginação e criação e respeitar suas regras e lógicas permite um espaço de aproximação entre adulto e criança. O brincar de forma coletiva envolve uma grande riqueza nas interações e faz com que as relações de afeto entre adulto e criança se intensifiquem fortalecendo a sua confiança e o vínculo entre os envolvidos neste processo.

Crianças também aprendem brincando

É uma atividade que amplia as possibilidades de aprendizagem e trabalha a compreensão de cada função naquela brincadeira e sua relação com a cultura. Contribui para a sociabilidade, além da satisfação nas imitações e repetições presentes na brincadeira infantil. Esta troca é repleta de aprendizado e de sensibilidade além de possibilitar uma rede de significados que as crianças vão tecendo, pouco a pouco. As interações são relevantes no cotidiano das crianças, elas aprendem através da afetividade, do movimento, da cognição, enfim, através das diversas maneiras de relacionar-se.

Observar as interações das crianças se torna fundamental para analisarmos o espaço da brincadeira como local privilegiado de encontro, criação e aprendizagem. Portanto, segue o relato de uma cena observada em uma pesquisa de campo realizada em maio de 2015 com crianças de 3 anos, em uma escola no Rio de Janeiro, para ilustrar esses momentos de pura criação, partilha, interação e desenvolvimento da autonomia:

Fomos andando da sala até o pátio e no início deste percurso, Clarice se aproximou de mim.

Pesquisadora – Oi Clarice, tudo bem?

Clarice – Tudo! Olha, esse é o mapa do tesouro. Leva para uma caverna de brilhantes e com cabeças de monstros.

Pesquisadora – Nossa! E você vai atrás dessa caverna agora?

Clarice – Sim! Ela fica aqui na escola. E tem muitas cabeças de monstros!

Pesquisadora – E você não tem medo desses monstros não?

Clarice – Não! Eu sou uma aventureira!

No trajeto entre a sala e o pátio Clarice foi olhando o mapa.

Clarice – Estamos no caminho certo!

Assim que chegamos ao pátio, Clarice começou a olhar em volta:

Clarice – Ali é a caverna! (apontando para um tubo de brinquedo de concreto, bem grande).

Pesquisadora – Já descobriu o lugar do tesouro?

Clarice – Sim! É aqui que ficam os monstros!

Neste momento, algumas crianças se juntam e começam a participar da brincadeira olhando para o mapa de Clarice.

Clarice – Peguem suas espadas! (Clarice fala antes de entrar no tubo) Puxa a alavanca para abrir a porta! (Ela fala isso olhando para mim e eu começo a rodar devagar o braço simulando uma alavanca).

Foi quando a Vitoria viu a cena e disse:

Vitoria – Não é assim, olha como faz! (olhou para mim e, mostrando como se faz, rodou muito rápido o braço para abrir logo a porta da caverna)

Nesse momento, Gabriela entra na brincadeira, dá um grito e aponta para a direção de Gustavo:

Gabriela – Olha o Jacaré! (olho para a direção em que Gabi está apontando e vejo Gustavo com um fantoche de jacaré na mão).

Nessa hora, Clarice sai do tubo e se junta às outras crianças nos bancos dizendo que estava com medo.

O jacaré foi se aproximando e praticamente a turma toda se juntou no canto, perto dos bancos, rindo da brincadeira e dizendo que estavam com medo do jacaré. Ele foi ficando cada vez mais perto e ao chegar ao lado de Clarice, mordeu a blusa dela.

Gustavo – Ele come roupa! Eu deixo ele comer o meu casaco!

E em vários momentos o jacaré vinha, provocava medo nas crianças, e se afastava.

Crianças – Sai jacaré!

Gustavo – Ele não vai sair!

Clarice liderando a “luta” distribuiu para todos pedaços de galhos dizendo que eram varinhas mágicas, de condão. As crianças pegaram suas varinhas e começaram a gritar, cada uma no seu tempo:

Crianças: Abracadabra, sim salabim, sai jacaré!

Vitoria: Gente, é só um jacaré de fantoche.

Mas as crianças nem deram ouvidos para o que Vitoria disse. Todos se juntaram e em coro ficaram fazendo magias com a varinha para o jacaré sumir.

Após um tempo correndo atrás do jacaré, algumas crianças voltaram dizendo que o jacaré era bonzinho e que só cheirava as pessoas. Com isso, o medo do jacaré acabou e foram brincar junto dele. (Caderno de Campo, 04/05/2015)

Esta cena ilustra um pouco do que apresento neste texto. A brincadeira possibilita interações, criação de regras, funções e novas lógicas. Desperta a imaginação, compreende o papel do outro e faz com que as crianças transitem entre a realidade e a fantasia. Relacionam-se o tempo todo, criam novos personagens, inventam novos mundos e a partir da narrativa de cada um, reinterpretam, se apropriam e criam novas histórias dentro de uma mesma brincadeira. Assim, as crianças vão produzindo cultura e se mostram ativas nos grupos em que se inserem (CORSARO, 2011).

Brincar é mais do que um direito

Sem dúvidas, é necessário pensar no brincar como dispositivo de análise para refletir sobre a educação nessa perspectiva lúdica, em que a criança seja capaz de pensar para muito além do seu próprio olhar, optando por caminhos que valorizem o coletivo, a partilha, a relação e os pontos de vista do outro. A criança, a partir do brincar livre, é encorajada a construir seus próprios valores e escolhas e se torna apta a percorrer criativamente o mundo.

Como valorizamos o lúdico no projeto pedagógico

A escola Eliezer Max acredita que o brincar é fundamental no cotidiano da Educação Infantil. Em nosso Projeto Pedagógico, alinhado à Base Nacional Comum Curricular, o brincar aparece como um dos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento específicos da Educação Infantil. Acreditamos que a participação das crianças nas brincadeiras deve ser valorizada estimulando sempre a sua criatividade, imaginação e novas experiências.

Julia Baumann, psicóloga da Educação Infantil do Eliezer Max

Saiba mais sobre a nossa proposta pedagógica

 

Referências bibliográficas:
BORBA, M. A. A brincadeira como experiência de cultura na educação infantil. Revista criança do professor de educação infantil. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.
CORSARO, W. Sociologia da Infância. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
MOURA, M. T. A brincadeira como encontro de todas as artes. In: CORSINO, P.(org.) Educação infantil: cotidiano e práticas. Campinas, SP: autores Associados, 2009.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
WINNICOTT, D. W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975